MedicinaFETAL

Especialidade que visa o acompanhamento detalhado de gestações.

MãeFeto

sempre visando seu bem e sua alegria.

Fetal MedicineFoundation

Instituição de caridade que visa melhorar a saúde das mulheres grávidas e seus bebês

  • Pré-natal

    Acompanhamento detalhado desde o princípio

  • Exame Físico Fetal

    Realizado através da ultrassonografia convencional e avaliação de ritmo cardíaco.

  • Fetólogo

    Destinado a proteger, avaliar e assistir a Saúde do Feto.

  • Aconselhamento Genético

    Auxilia na compreensão e prevenção de doenças que podem ser passadas dos pais para os filhos.

  • Dra. Raquel Muradás

    Nascida em Cacoal, Rondônia, mas de tendo Jaru como cidade do coração, a Dra Raquel vem de uma família simples, sem nenhum médico na família e estudou muito em busca do seu sonho de ser médica. Formada em 2010 em Medicina pela Universidade Federal de Santa Maria, descobriu a paixão pela obstetrícia e realizou especialização em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital Universitário e mestrado em Ciências da Saúde pela mesma universidade. Além da especialização reconhecida pelo MEC a médica possui Título de especialista em ginecologia e obstetrícia pela Febrasgo. Com especialização em Medicina Fetal pelo Hospital Presidente Vargas – Porto Alegre – RS a médica Raquel Muradás possui acreditação pela Fundação de Medicina Fetal (Fetal Medicine Foundation), com sede em Londres, Inglaterra. A FMF é referência mundial em Medicina Fetal e, mediante critérios definidos de qualidade, certifica médicos que atuam em Medicina Fetal.

  • Medicina fetal

    A Medicina fetal é uma especialidade que visa o acompanhamento detalhado de gestações através de aconselhamento genético, ultrassonografia e procedimentos invasivos, sempre visando o bem estar do binômio mãe-feto.

Perguntas Frequentes
Se eu pudesse fazer apenas um exame de ultrassom durante toda a gravidez, qual exame seria o mais importante?
Cada exame tem sua importância e possibilita obter informações valiosas a cada estágio do desenvolvimento do bebê. Mas tem um exame que reúne um volume de informações preciosas e muito seguras para o fetólogo e para o obstetra: o Ultrassom Morfológico de 1º Trimestre. O Exame Morfológico de 1º trimestre é realizado no período de 11 semanas a 13 semanas e 6 dias e possibilita um estudo minucioso do bebê que vai muito além da medida da Translucência Nucal isolada.
Como assim??? Porque esse exame é tão importante? É feito num momento da gestação em que o cálculo da Idade Gestacional e a Data Provável do Parto, tendo uma margem muito pequena para erros.
Nos casos de gestações gemelares, é possível determinar se é uma placenta única ou se são placentas diferentes. Essa informação é determinante na maneira de conduzir o pré- natal. Nessa fase é possível determinar cerca de 60% das anomalias estruturais importantes para o bem estar fetal. Além da Translucência Nucal, é possível avaliar a presença do Osso Nasal, do Fluxo sanguíneo no Ducto Venoso, o Refluxo na Válvula Tricúspide e outros marcadores estruturais das Síndromes Genéticas.
Por meio da história clínica, exames bioquímicos, exame físico materno, avaliação do Doppler das Artérias Uterinas e o cruzamento dessas informações com software licenciado da Fetal Medicine Foundation, é possível identificar 90% das gestantes que terão Pré-Eclâmpsia Precoce. O tratamento preventivo da Pré-Eclâmpsia precoce em tempo hábil, reduzirá o risco dessa doença pela metade.
Permite selecionar as gestantes com história de Parto Prematuro e iniciar o tratamento, o seguimento ultrassonográfico e clínico adequado. A prevenção do Parto Prematuro reduz a principal causa de Mortalidade Neonatal. Permite identificar a grande parte dos Bebês que apresentarão Doenças do Coração. Gestante, ao consultar pela primeira vez, lembre-se de solicitar ao seu obstetra um exame Morfológico de 1º Trimestre.
Faça seu exame com um Fetólogo credenciado pela Fetal Medicine Foundation e consulte o perfil de risco da sua gestação. (fonte do texto: Dr. Renato Ximenes, Membro da Comissão de Ultrassonografia do Colégio Brasileiro de Radiologia –CBR; Diretor da Fundação de Medicina Fetal Latinoamericana –FMFLA.
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Microcefalia e Zika Vírus: o que eu preciso saber e como fazer para me proteger?
A microcefalia é uma condição em que o cérebro é anormalmente menor do que deveria ser naquele momento e pode ser observado com a medida do perímetro cefálico do bebê. Ela pode estar ligada a fatores genéticos, a desnutrição materna, e a exposição principalmente nos primeiros meses de gestação às drogas, álcool, radiação e infecções como toxoplasmose, rubéola e varicela.  Mais recentemente, com o aumento dos casos de microcefalia, têm-se feito a associação entre esta condição e a infecção pelo Zika Vírus durante a gestação, já que esse vírus foi encontrado no líquido amniótico de alguns destes fetos.
Mas o que é esse vírus?
O Zika é um vírus da mesma família do vírus da dengue e também é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.
Quais os sintomas que podem aparecer?
Manchas vermelhas que coçam pelo corpo, olho vermelho, febre, dor no corpo E como as gestantes devem se prevenir?
Telas nas janelas, roupas de mangas compridas, repelentes em geral, evitar deixar recipientes com água parada e assim diminuir a proliferação do mosquito.
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Anvisa esclarece: qual repelente é indicado para gestantes?
Frente às dúvidas surgidas recentemente sobre o uso de repelentes de insetos de uso tópico em gestantes, considerando a relação já comprovada pelo Ministério da Saúde entre o Zika vírus e os casos de microcefalia diagnosticados no país, a Anvisa esclarece: não há, dentro das normas da Agência, qualquer impedimento para a utilização destes produtos por mulheres grávidas, desde que estejam devidamente registrados na Anvisa e que sejam seguidas as instruções de uso descritas no rótulo.
Estudos conduzidos em humanos durante o segundo e o terceiro trimestres de gestação, e em animais durante o primeiro trimestre, indicam que o uso tópico de repelentes à base de n,n-Dietil-meta-toluamida  (DEET) por gestantes é seguro. Além do DEET, no Brasil são utilizadas em cosméticos as substâncias repelentes Hydroxyethyl isobutyl piperidine carboxylate (Icaridin ou Picaridin) e Ethyl butylacetylaminopropionate (EBAAP ou IR 3535), além de óleos essenciais, como Citronela. Estes ingredientes são reconhecidamente seguros para uso em produtos cosméticos conforme compêndios de ingredientes cosméticos internacionais
CONTATO
Qual a importância de tomar o ácido fólico?
O tubo neural é formado logo no primeiro mês da gestação e é o sistema nervoso primitivo do futuro bebê. Por meio do seu desenvolvimento se formarão o cérebro e a medula espinhal. Sem o ácido fólico, o tubo neural não se fecha, gerando má- formações, como o nascimento de crianças com apenas uma parte ou ausência do cérebro (anencefalia), que ocasiona a morte logo após  o nascimento; a espinha bífida, que é a exposição da medula espinhal e que deixa sequelas de graus variados ao longo da vida do bebê.
O ácido fólico – uma vitamina do complexo B, distribuída gratuitamente nos postos de saúde – previne em até 80% os casos de má formação fetal e da espinha bífida Apesar de a medida ser simples e ter distribuição gratuita nos postos de saúde, um estudo realizado pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) mostrou que quase 90% das mulheres engravidam sem realizar a suplementação necessária.
O levantamento realizado pela Febrasgo mostrou também que do público pesquisado – entre pacientes de planos de saúde e da rede pública – 58% engravidaram sem planejar e só 13,8% receberam orientação e usaram o ácido fólico no período.
De acordo com o presidente da Comissão Especializada em Perinatologia da Febrasgo e idealizador da Campanha ‘Ácido Fólico Já!’, Eduardo Borges Fonseca,  no país, cerca de 3 mil crianças nascem com defeito no tubo neural – que é a estrutura que dará origem ao sistema nervoso central do bebê – incluindo cérebro e coluna. Do total de crianças que nascem com defeitos no tubo neural (DTN), 45% apresentam espinha bífida (que é a exposição da medula espinhal), sendo que 60% sobrevivem com sequelas variáveis e 40% morrem no útero.
“Com a suplementação de ácido fólico, ingerida na dosagem e período adequados, é possível reduzir de 70% a 80% esses casos”, afirma o médico. Tomar um comprimido de ácido fólico por dia, 30 dias antes da data em que a mulher planeja engravidar e manter o uso pelos três primeiros meses de gestação reduz as chances de o feto nascer com má-formação. (fonte: http://www.febrasgo.org.br/site/?p=8850).
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Grávidas podem fazer escova progressiva e tintura?
Você está grávida? Muitas dúvidas passam pela sua cabeça, não é mesmo? Entender o que pode prejudicar o desenvolvimento da criança e da própria gestante é realmente um desafio. Para dificultar ainda mais, diversos mitos sobre produtos e tratamentos colocam em dúvida o que pode ou não ser utilizado durante a gestação.
A médica Rosiane Mattar, membro da SOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), explica quais são as principais recomendações médicas e como agir diante das mudanças que ocorrem no corpo das mamães.
Posso realizar tratamentos de beleza?
As primeiras 12 semanas de gestação são delicadas para a formação do feto e, por isso, devem evitar procedimentos como tingimento do cabelo. Devido a maior sensibilidade da pele, alguns outros produtos e tratamentos podem incomodar e causar alergias, como cremes e clareamentos.
― As escovas progressivas também estão riscadas da lista, pois nem todos os componentes de sua fórmula são conhecidos ou têm sua segurança atestada na gestação. Em caso de dúvida, a avaliação deve ser feita sempre por um médico, apoiada na classificação de risco da agência americana FDA (Food and Drug Administration). (fonte: http://www.febrasgo.org.br/site/?p=8974).
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Posso viajar grávida?
De carro, ônibus ou avião, viajar é sempre muito cansativo, o corpo fica muito tempo na mesma posição e a ansiedade também pode atrapalhar.
― Na gravidez, os problemas podem se acentuar, ocasionando em inchaços e até mesmo em trombose, durante ou logo após o fim da viagem. Mas com os cuidados certos, é possível enfrentar uma viagem até 32ª semana de gestação. Depois disso, é melhor aguardar o nascimento do bebê.
Para as mamães que estão pensando em tirar férias, paradas a cada hora para esticar as pernas ajudam na circulação e a ingestão de líquidos também colabora para a diminuição dos enjoos. Além disso, é importante uma consulta ao médico para confirmar que não há restrições para a viagem. (fonte: http://www.febrasgo.org.br/site/?p=8974).
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